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Bilionária brasileira

Bom dia, pessoal! Alexandre Orrico aqui, na correria absurda de dezembro e arrumando as malas para São Paulo, onde vou matar a saudade da cidade, dos amigos e da equipe completa do Núcleo. Vamos ter um evento da firma no dia 10.dez.


Na edição desta quinta eu chutei que essa idade musical do meu sócio Sérgio na retrospectiva do Spotify tinha sido algo perto dos 120 anos. Errei feio. Ele até mandou um print para comprovar:

Parece que no fim das contas ele só escuta música ruim mesmo, mas não necessariamente antiga? Uma teoria: ele gosta de bandas de rock e metal antigas, mas que ficaram famosas entre adolescentes, e isso puxa a idade dele pra baixo. Parte do cálculo é feito assim, comparação com a média de idade de ouvintes das mesmas coisas que você.


Na news de hoje: especialista em genealogia pesquisa as origens da família da brasileira bilionária que "construiu a própria fortuna". E o panetone de R$ 6.000.

O que tem a ver?

Bom dia, pessoal! Alexandre Orrico por aqui. Enquanto meus amigos se gabam que têm idade musical superior a 60 anos na retrospectiva do Spotify, o meu resultado deu chocantes 21. É o preço de estar ligado nas novidades. O Spotify acertou em cheio nessa funcionalidade, porque chatos que gostam de velharia adoram falar que são chatos que gostam de velharia. Eu não perguntei, mas chuto que essa idade no wrapped do meu sócio Sérgio tenha batido algo perto dos 120 anos.


Na news de hoje: técnico do Inter diz que não pode ser homofóbico porque perdeu o filho. As marchas contra feminicídio pelo Brasil e s reações a mais uma retrospectiva do Spotify.

Cadeirada pública

Bom dia, pessoal! Alexandre Orrico por aqui, editor do Garimpo de diretor no Núcleo, fascinado com a arma pública mais usada por Nicolás Maduro contra Donald Trump: a dança. Mas meu algoritmo mostrou várias vezes nesta terça e quarta o presidente da Venezuela arrebentando no passinho ao som de “paz, sim, não à guerra”, um remix batidão de uma fala dele contra a presença militar dos EUA na região. Ele já tinha dançado a mesma música no mês passado e ainda arriscou cantar "Imagine", de John Lennon.

Trump e Maduro não conseguiram se entender em telefone e as opções para líder venezuelano estão escassas, segundo a Reuters.


Na news de hoje: as reações à contratação de Datena pela EBC (Empresa Brasil de Comunicação). E o esculacho que Sabrina Carpenter deu na Casa Branca.

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